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Ping-Pong
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Foto:
Divulgação
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Sandra:
“Tenho o estigma
de brega”
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Sandra
de Sá, eterna romântica
Alessandra
Nalio
Romântica
confessa, a carioca Sandra de Sá chega aos 20 anos de carreira
com mais um CD cheio de paixão, desejo, lágrimas,
saudades e dor de cotovelo. Em Momentos que Marcam Demais,
Sandra reafirma seu romantismo, mas é em duetos com Cássia
Eller, Gabriel o Pensador e Falcão (do grupo O Rappa) que
ela mostra sua versatilidade. O rock Um Tiro no Coração,
de Nando Reis, e o rap funky Dançando com a Vida,
parceria com o Pensador, são definitivamente os pontos altos
do disco.
Como
consegue se manter fiel à balada romântica diante de
tantas novidades na MPB?
Continuo fazendo o que sempre fiz desde o primeiro disco. Interpretando
de Fagner a Fábio Júnior. Tenho que ser verdadeira.
Você
fez sucesso com a música Sozinho, do Peninha.
Mas foi
na voz de Caetano Veloso que ela estourou. Por quê?
Para algumas cabeças tenho o estigma de ser brega.
Já
teve sua fase brega?
Sempre. Nós, brasileiros, somos muito românticos e
há essa confusão. Chamam de brega o que é romântico.
O
que acha da nova geração de black music nacional?
A primeira vez que ouvi Max de Castro percebi que ele é o
novo Simonal. Moderno, mas com a mesma essência. Tem muitas
bandas que estão chegando de fininho. O rap também
está crescendo e ficando mais sério.
Você
está namorando?
Não sei, mais ou menos. Estou numa fase de ficância,
só que uma ficância singular. Estou com
uma pessoa.
Se
você gostasse de mulheres, assumiria publicamente?
Não sei. Gosto de ter minhas coisas guardadas. Falo de mim,
da minha vida particular, mas todos têm suas coisas guardadas.
Apesar
de estar fazendo 20 anos de carreira, seu novo CD não comemora
essa passagem. Por quê?
Vou comemorar os 21, quando começa o novo milênio.
Os 20 anos de carreira estou comemorando com naturalidade, sem querer
querendo, com Momentos que Marcam Demais. Também voltei a
compor, coisa que não fazia há cinco anos e está
me deixando muito feliz.
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