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Perseguição bem sucedida
Luciano
Suassuna, Diretor
de Redação
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Piti
Reali
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Ramos:
seis meses atrás de Rosane, mas à frente de outras publicações
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Há
uma década, a jornalista Neuza Sanches corre atrás
do casal Collor. Literalmente. Em 1990, ela morava em Brasília
quando o então presidente Fernando Collor alucinava, com
suas corridas repentinas, os repórteres encarregados dos
plantões na Casa da Dinda. Neuza chegou a comprar uma bicicleta
para melhorar sua capacidade aeróbica. Passados 10 anos,
ela retomou esta perseguição de tirar o fôlego.
Desta vez correu atrás de Rosane Collor. Desde janeiro, ela
e o editor-assistente Carlos Henrique Ramos tentam marcar uma entrevista
com a ex-primeira-dama. Virado o jogo, os jornalistas de Gente
devolveram a canseira ao casal Collor. Com Rosane, foram dois encontros,
que resultaram em mais de quatro horas de fitas gravadas, e quatro
dias de sessões de fotos. Numa delas, o fotógrafo
Piti Reali armou um mini-estúdio na casa, enquanto o ex-presidente,
que agora disputa a prefeitura de São Paulo, recebia aliados
políticos na sala contígua. A cada visita, Collor
pedia desculpas pela movimentação na sala ao lado.
No
Rio, a repórter Rosângela Honor encerrou um trabalho
de dois meses com o ator Reynaldo Gianecchini. Rosângela teve
dois encontros com ele, o primeiro antes da estréia da novela
Laços de Família, quando Gianecchini ainda
controlava sua agenda. Ao final, o ator disse que tinha gostado
do papo e se propôs a fazer fotos em outro dia.
No
segundo encontro, o fotógrafo André Durão sugeriu
levá-lo ao Jardim Botânico. Gianecchini desceu do hotel
com três camisas diferentes para a sessão de fotos
e fez uma única exigência: não ter um dos lados
do rosto fotografado, porque minutos antes identificara ali uma
espinha. Ele foi sempre muito gracinha, diz Rosângela.
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