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Marília
Gabriela
Por
Cesar Taylor
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Agência
Estado
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A
apresentadora Marília Gabriela no Festival Abertura,
de 1975, aos 26 anos
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Ela demorou para acertar o caminho. Arriscou uma breve
carreira de cantora na adolescência, foi professora
formada no curso normal, fez bicos de manequim, desistiu
das faculdades de odontologia, psicologia, artes plásticas
e cinema. “Até que, aos 19 anos, assisti ao Jornal Nacional
e decidi ser repórter”, conta Marília Gabriela, 51 anos.
Conseguiu um estágio no telejornalismo da Rede Globo,
em meados de 1969. Dias depois, quando um repórter faltou,
teve a chance de fazer sua primeira matéria, sobre galinhas
e violinos. Nunca mais parou. Foi repórter do Jornal
Nacional, do Jornal Hoje, do extinto TV Mulher e do
Fantástico. Na foto, ela aparece apresentando o Festival
Abertura, de música popular brasileira, em 1975. Foi
quando Djavan surgiu para o cenário nacional, defendendo
a música “Fato Consumado”. “Eu quero é viver em paz,
por favor me beija a boca...”, cantarola Gabi. Mãe de
dois filhos, de 21 e 28 anos, hoje ela segue como apresentadora
do Aquela Mulher, no canal GNT, e negocia um novo programa
com outros canais. “De entrevistas, é claro, que é o
que mais gosto de fazer”, explica.
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