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Experiência internacional
8- No mundo globalizado, as oportunidades não estão restritas ao bairro, à cidade ou mesmo ao país em que se vive. É importante ter uma rede de relacionamentos internacional e disponibilidade para ir atrás de bons negócios, onde eles estiverem. "O mundo está ficando mais plano e as movimentações internacionais se intensificaram, principalmente de cinco anos para cá", afirma Marcelo de Lucca, diretor da Michael Page, empresa de recrutamento de executivos para média e alta gerência. Formado em administração de empresas, Diego Milred, 33 anos, teve experiências profissionais na França, nos Estados Unidos e na Inglaterra e passou por grandes multinacionais antes de chegar à American Express, onde está há seis anos. "Vesti a camisa das empresas onde trabalhei e agia como se fosse ficar 20 anos nelas. Mas sempre mantive a curiosidade por novos desafios e nunca tive medo de recomeçar", diz ele. O executivo já planeja novos passos para o futuro. "Gostaria de trabalhar em algum país asiático."
Aprendizado constante
9- "Não basta ser apenas bom. É preciso ser o melhor." Esse tem de ser uma espécie de mantra para aqueles que buscam o sucesso na carreira. Para isso, o profissional precisa ter sede de saber e conhecimento e ir além da lição de casa. Atualmente, por exemplo, a empresa que não tem como premissa a sustentabilidade (social, ambiental e humana) não atende às necessidades do mercado. Para tanto, é fundamental que o executivo tenha uma inquietude natural pelo novo, esteja permanentemente buscando aprender e interagir com alternativas para fazer o melhor. "Não ser o dono da verdade absoluta, saber escutar e reconhecer que a sua idéia não é a mais apropriada é um ato de competência executiva", ensina Talarico, CEO da PepsiCo.
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