ISTOÉ - Independente
   
  EDIÇÃO ATUAL
  EDIÇÕES ANTERIORES
  ESPECIAIS
   
   
  CAPA
  REPORTAGENS
  CIÊNCIA & TECNOLOGIA
  BRASIL
  COMPORTAMENTO
  MEDICINA & BEM ESTAR
  MEIO AMBIENTE
  ECONOMIA E NEGÓCIOS
  CULTURA
  COLUNISTAS
   
   
  EDITORIAL
  ENTREVISTA
  A SEMANA
  GENTE
  EM CARTAZ
  OPINIÃO & IDÉIAS
  SEU BOLSO
  BASTIDORES
   
   
  FALE CONOSCO
  EXPEDIENTE
  ANUNCIE
  ASSINE ISTOÉ
  LOJA 3
   
   
 



Em cartaz  
Imprimir
 
Em cartaz
Por IVAN CLAUDIO

5 Caprichos de Will Smith

Em Eu sou a lenda, ele fez um filme de ação praticamente sozinho, ao interpretar um sobrevivente de uma epidemia em Nova York. Contracena, muito pouco, com Alice Braga

Marcado pelos papéis cômicos, Smith arriscou-se a interpretar um drama sentimental no filme Em busca da felicidade. Ganhou US$ 300 milhões

Recusou o papel de Neo em Matrix, que acabou sendo aceito por Keanu Reeves. Os três filmes da série renderam cerca de US$ 1,6 bilhão

Fez questão de escalar o filho Jaden Smith, de dez anos, para atuar no drama Em busca da felicidade. O garoto ganhou três prêmios

Prometeu abrir mão do cachê de US$ 20 milhões ganho no filme Ali, sobre o pugilista Cassius Clay, se o filme desse prejuízo. Não deu


CINEMA

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Will Smith, ou melhor, mr. July

A imprensa americana costuma chamar o ator Will Smith de Mr. July. Isso porque não há mês de julho (temporada dos filmes de maior bilheteria nos EUA) em que ele não lance um blockbuster. O sucesso da vez é Hancock (em cartaz em todo o Brasil), no qual Smith encarna um super-herói antisocial que se apaixona por uma mulher casada (interpretada por Charlize Theron). Ele está sempre bêbado e causa danos à sua volta - é desprezado por todos, bandidos e cidadãos de bem. Will Smith é o ator mais poderoso da atualidade (calcula-se que a cada dólar nele investido tenha-se dez de retorno). Ele se dá ao luxo de se arriscar em papéis duvidosos como o desse filme - um projeto que ficou durante anos mofando em Hollywood. O seu charme e sua competência impedem que a produção naufrague no redemoinho de explosões e efeitos especiais que aparece na tela. (12 anos)


MÚSICA 1
Abreviatura do sucesso

Chama-se Oracular especular o trabalho de estréia da dupla americana MGMT (abreviatura da palavra management, que significa administração). Trata-sa da banda que é a mais nova surpresa da música pop atual, formada pelos ex-estudantes de arte Andrew Van Wyngarden e Ben Goldwasser.

Eles combinam o som psicodélico dos anos 60 com a eletrônica atual, numa diversidade de ritmos estimulantes: vai do glitter rock ao funk estilo Prince com letras super bem-humoradas. Em Time to pretend eles ironizam o estilo de vida roqueiro com os versos: "Vamos fazer algumas músicas, ganhar uma grana e arranjar algumas modelos para casar."


PÁGINAS :: 1 | 2 | Próxima >>

3/7/2008


 
Receba as informações de Isto É semanalmente em seu e-mail:
 
 
 
 
 
 




 
 
 
 
 
   
 
Imprimir

   
       

© Copyright 1996-2008 Editora Três
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.

ContentStuff - Media Solutions