ISTOÉ - Está investindo na carreira no Exterior?
Moura - Eu falo bem inglês, portanto a carreira internacional é uma possibilidade. Hollywood é ótima, eu adoraria fazer um trabalho legal nos EUA, mas vejo o cinema hoje como uma coisa globalizada. Acho mais fácil trabalhar na Europa, na China, na Argentina.
ISTOÉ - Recentemente você escreveu um artigo criticando programas como Pânico na TV! (Moura foi alvo de uma brincadeira do programa há algumas semanas). Por que fez isso?
Moura - Eu escrevi aquela carta aberta não endereçada especificamente ao Pânico. Eu aproveitei aquele episódio para falar de algo que eu queria tratar há muito tempo, que é essa coisa que se criou em torno das pessoas que aparecem na televisão. O que eu queria dizer é que nem todo mundo é obrigado a participar daquelas situações.
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