S H O W
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A pop-ópera chega ao Brasil
O público brasileiro poderá apreciar o talento de um excelente artista em fase ascendente de sua carreira: o cantor americano Rufus Wainwright. Tem 34 anos de idade, uma década de carreira e é considerado um dos grandes intérpretes da atualidade. Formado em piano e canto lírico, Wainwright combina referências eruditas e populares (especialmente a música de cabaré) em um estilo que já ganhou nome: pop-ópera. Sua turnê no Brasil começará no Rio de janeiro, no dia 7 de maio (segue em São Paulo, Belo Horizonte e Brasília). Os shows mostrarão o que há de melhor em seu último CD, Release the stars. Destaque para a música Going to a town, na qual ele diz que "está cansado dos EUA". |
5 CDS DE RUFUS WAINWRIGHT
WANT ONE - Produzido pelo mago dos estúdios, Marius De Vries, colaborador habitual de Björk, esse CD tornou-se famoso, sobretudo, devido a luxuosas orquestrações
WANT TWO - Continuação do trabalho anterior, o disco traz muitas referências religiosas, como na polêmica faixa Gay Messiah
RUFUS DOES JUDY AT CARNEGGIE HALL - Nesse álbum duplo de 2007, ele recriou música por música um antológico show de Judy Garland em 1961 POSES - É o segundo trabalho de Wainwright. Tem uma ótima regravação de Across the universe (The Beatles)
RUFUS WAINWRIGHT - Com esse trabalho de estréia, o cantor foi premiado como "artista revelação de 1998"
D V D

Trajetória mágica
Há 20 anos a produtora de filmes de animação Pixar, que hoje assina megassucessos como Ratatouille e Procurando Nemo, resumia-se a um pequeno grupo de engenheiros com grandes pretensões artísticas. É o que prova a antologia de curtas-metragens de animação do DVD Pixar - short films collection - volume 1. Com produções datadas a partir de 1984, a seleção mostra como a linguagem da animação digital evoluiu até produzir obras fantásticas como Toy story (1995), primeiro trabalho de fôlego da Pixar.
C I N E M A

Jogo de amor com Clooney e Renée
Com saudade dos clássicos de Hollywood, George Clooney tenta reavivar as comédias românticas em O amor não tem regras (estréia no Brasil na sexta-feira 9), filme no qual contracena com Renée Zellwegger. Ele interpreta um jogador de futebol americano à época em que esse esporte ainda não tinha a popularidade que possui nos dias de hoje. Renée faz uma jornalista interessada em desmistificar a fama de herói atribuída a um outro jogador do time. Entre partidas e reportagens, surge um disputado triângulo amoroso, que, obviamente, pende para o vértice ocupado pelo galã Clooney.
M Ú S I C A
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O bom encontro de Simone e Zélia
As cantoras Simone e Zélia Duncan são quase o oposto, em determinados aspectos. O mais gritante: Simone é popular e Zélia é desconhecida do grande público. Mas o encontro das duas artistas no CD Simone & Zélia Duncan (também lançado em DVD) resulta em um harmonioso trabalho. Dá certo quando elas interpretam, juntas, canções de Caetano Veloso, Angela Ro Ro ou Marina Lima e, também, quando atacam de solistas. Simone interpreta alguns de seus megassucessos, como Jura secreta e Medo de amar nº 2, e Zélia, a seu estilo, vai de composições quase inéditas de Itamar Assunção e Luiz Tatit. |
L I V R O S
1968, QUATRO DÉCADAS DEPOIS
Em 1968 - o que fizemos de nós (Planeta, 230 págs., R$ 59,90), o jornalista e escritor Zuenir Ventura investiga o legado deixado à sociedade brasileira pelos movimentos sociais e políticos ocorridos há quatro décadas no País e no mundo - como as manifestações contra a Guerra do Vietnã, a declaração do AI-5 e a Passeata dos Cem Mil. O livro traz entrevistas com políticos e artistas, entre eles José Dirceu, Caetano Veloso, Fernando Henrique Cardoso e Fernando Gabeira. |
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AGENDA |
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NELSON FREIRE
(Teatro Cultura Artística, São Paulo, dias 5, 6 e 8/5) - O pianista brasileiro, um dos maiores nomes da música mundial, executará peças de Amadeus Mozart, Ludwig von Beethoven, Frédéric Chopin e J. S. Bach |
LUZ, COR E MOVIMENTO
(Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, até o dia 10/5) - Mostra com obras de Victor Vasalery, de Jesus Soto e de outros expoentes da corrente óptica-cinética |
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O HOMEM DA CABEÇA DE PAPELÃO
(Teatro Café Pequeno, Rio de Janeiro, até o dia 1º/6) - Sátira social através da adaptação do conto homônimo do cronista João do Rio |
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