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FILMAGEM O gabinete do deputado Henrique Alves foi visitado por envolvido no esquema |
Uma parcela da comunidade jurídica, em particular a secção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil, também se posicionou contra a Polícia Federal. Nesse caso, eles acusam a PF de abuso de autoridade ao colocar na cadeia o advogado Tosto, preso na quinta-feira 24, com outros nove acusados de pertencerem ao esquema. Tosto deixou a carceragem da PF no sábado e na segunda-feira 28 entregou uma carta renunciando temporariamente ao posto de conselheiro do banco. Alega que as operações suspeitas foram feitas em período anterior à sua nomeação e que o Conselho de Administração não tem poder deliberativo. Mas, segundo a PF, os conselheiros do BNDES têm o poder de pedir vistas aos projetos, o que pode emperrar a aprovação dos financiamentos. Quando o STF se manifestar, novas investigações deverão ocorrer e tanto Paulinho como Alves terão que explicar suas relações com Manuel e principalmente com Moura. Como Paulinho, Moura também é réu em um processo, acusado de estelionato, falsidade ideológica e falsificação de documentos usados na compra de uma fazenda no interior de São Paulo para a Força Sindical, o que acarretou prejuízo de quase R$ 3 milhões para o Ministério da Reforma Agrária. Nesse processo, o advogado deles é Ricardo Tosto.
Colaboraram: Hugo Marques
e Mino Pedrosa
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