O CNPq também criou um programa para financiar pesquisadores que estão iniciando a carreira científica. “É mais uma oportunidade para revelar novos talentos”, diz Marco Antônio Zago, presidente da entidade. Potenciais como o médico Alexandre Siciliano, 34 anos, que, apesar da pouca idade, coordena dois importantes centros no Instituto Nacional de Cardiologia, no Rio de Janeiro: o da cirurgia cardíaca e o de transplante. A formação, concluída no Cleverland Clinic Foundation, nos EUA, o ajudou a se tornar uma referência na área. O jovem médico também se ocupa de outras atividades. Uma delas é a pesquisa que avalia os benefícios da videotoracoscopia, uma nova técnica cirúrgica pouco invasiva indicada para tratar arritmia. “Estou avaliando o impacto desse novo procedimento na qualidade de vida do paciente”.
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NOME: Cláudia Maria Pereira
IDADE:36 anos
PROFISSÃO: cirurgiã-dentista
REALIZAÇÃO: identificou dois genes associados à progressão do câncer de boca
O estudo ficou em primeiro lugar nas apresentações em ciência básica do First International Academy of Oral Oncololy, em Amsterdã, na Holanda |
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NOME: Silvio Reggi
IDADE:30 anos
PROFISSÃO: cardiologista
REALIZAÇÃO: validou um questionário para identificar pacientes com propensão a desenvolver a diabete
Ele irá coordenar o Ambulatório de Doenças Coronárias em Pacientes Diabéticos no Hospital São Paulo |
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NOME: Juliana Monte Real
IDADE: 24 anos
PROFISSÃO: biomédica
REALIZAÇÃO: descobriu a ação de uma proteína que agrava casos de infecção pulmonar
O trabalho da pesquisadora foi um dos cinco premiados no Congresso Europeu de Doenças Respiratórias, entre cinco mil inscritos |
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