O coronel é o lobisomem
Para quem andou informando que o ministro Geddel Vieira Lima respeitava o governador Jaques Wagner como seu general, os acontecimento na Bahia mostram que o coronel do PMDB à noite vira lobisomem. Sem sucesso, pressionou o PT a não lançar candidato à prefeitura para deixar o caminho aberto à reeleição do peemedebista João Henrique e até ameaçou apoiar o DEM nas eleições para governador em 2010. Gerou uma crise com os petistas, que vão lançar seu próprio candidato, e criou embaraços para Wagner, que pretendia ficar neutro preservando sua ampla base de apoio. |
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Negócio elétrico
O procurador federal Mário Lúcio Avelar investiga o crescimento das pequenas centrais hidrelétricas (PCH), envolvendo parlamentares. Negócio muito rentável. Lúcio Funaro, parceiro do deputado Eduardo Cunha na corretora Nova Invest, já é proprietário de três P
Jânio encontra Brizola
Jânio Quadros Neto e o deputado Brizola Neto reuniram-se na semana passada, em Brasília. Jânio convidou Brizola para participar de um fórum sobre desenvolvimento sustentável, em Nova York, dia 2 de maio.
Falta de etiqueta
Enquanto a PF investiga o vazamento de informações da Casa Civil sobre os cartões corporativos, a secretária-executiva, Erenice Guerra, quebrou os códigos de etiqueta: ela adora usar chapéus, mas tem o péssimo hábito de não os tirar da cabeça em ambientes fechados.
Querida mana
O governador de Minas, Aécio Neves, comenta em família o desejo de lançar sua irmã Andrea Neves à Prefeitura de Belo Horizonte. Andrea tem história de militância na esquerda e é apontada como braço direito do irmão na gestão tucana. Aécio avalia o tamanho da briga política que iria enfrentar.
Orgulho gaúcho
O Rio Grande do Sul foi o recordista em bolsas de R$ 400 para policiais, dentro do Programa Nacional de Segurança Pública e Cidadania (Pronasci). Ficou à frente do Rio e de São Paulo. O ministro Tarso Genro deu uma explicação prosaica, mas honestíssima: “É que sou de lá”.

| TOMA-LÁ-DÁ-CÁ COM ZIRALDO, fundador do Pasquim |
ISTOÉ – O sr. considerou a indenização justa?
Ziraldo– Tenho 60 anos de carreira e história. O meu processo vem desde 1990. Estou sofrendo um bombardeio violento.
ISTOÉ – É um complemento de aposentadoria?
Ziraldo – Não. Paguei a Previdência durante 50 anos e só recebo R$ 1,3 mil. Como funcionário público, poderia receber R$ 12 mil.
ISTOÉ – O sr. abriria mão da indenização?
Ziraldo – Não há hipótese. Não aceito ser julgado por quem se omitiu durante a ditadura. Isso tudo parece uma coisa orquestrada. |
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