ISTOÉ - Independente
 
   
  EDIÇÃO ATUAL
  EDIÇÕES ANTERIORES
  ESPECIAIS
   
   
  CAPA
  REPORTAGENS
  CIÊNCIA & TECNOLOGIA
  BRASIL
  COMPORTAMENTO
  MEDICINA & BEM ESTAR
  MEIO AMBIENTE
  ECONOMIA E NEGÓCIOS
  CULTURA
   
   
  EDITORIAL
  ENTREVISTA
  A SEMANA
  GENTE
  EM CARTAZ
  OPINIÃO & IDÉIAS
  SEU BOLSO
  BASTIDORES
   
   
  FALE CONOSCO
  EXPEDIENTE
  ANUNCIE
  ASSINE ISTOÉ
  LOJA 3
   
   
 



Cultura  
Imprimir
 
TELEVISÃO
Inteligência dá ibope
O programa Custe o que custar, da Rede Bandeirantes, faz sucesso com humor sarcástico e provocação a políticos

NATÁLIA RANGEL

FOTOS: DIVULGAÇÃO
HOMENS DE PRETO Marcelo Tas (à frente) comanda a equipe que faz perguntas irreverentes

O jornalismo ágil, a provocação a políticos e o humor sarcástico do programa Custe o que custar, que estreou há três semanas na Band e é exibido toda segunda-feira às 22h45, injetaram criatividade no marasmo da tevê. No comando desse novo programa está o jornalista Marcelo Tas, o mesmo que na década de 80 criou o lendário personagem "repórter Ernesto Varela", que indagava aos políticos questões que ninguém tinha coragem de lhes perguntar. Em CQC (é assim que o Custe o que custar está sendo chamado), Tas volta com a corda toda. E já contabiliza, com sua equipe de irreverentes repórteres, antológicas entrevistas: com o senador Eduardo Suplicy, com o cineasta Hector Babenco e com a cantora Gretchen (mais de 58 mil acessos no YouTube). O Ibope registra que a audiência aumentou de 2 para 3,3 pontos no horário. A aposta é que essa empreitada de Tas seja mais duradoura do que outras do passado.

A revistada
O repórter Oscar Filho levou uma "revistada" do cineasta Hector Babenco após lhe perguntar se existia algum diretor argentino naturalizado brasileiro à altura de Fernando Meirelles, autor de Cidade de Deus. A pergunta foi uma provocação a Babenco (nascido na Argentina), que recentemente afirmou não existir ator brasileiro à altura de Gael García Bernal, protagonista de seu filme O passado

Rainha do rebolado
No papel do "repórter inexperiente", o humorista Danilo Gentili já coleciona encontros memoráveis, como os que teve com a cantora e dançarina Gretchen. Entre outras trapalhadas, ele disse que a intérprete de Conga conga conga, um ícone dos anos 80, estava completando "mais de 40 anos de carreira". Ou seja, pesou indiretamente na idade de Gretchen. Foi corrigido pela entrevistada, mas persistiu em engraçadas indiscrições

Gargalhada
Ao ser entrevistado por Marcelo Tas, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) afirmou ter fumado maconha no passado e ouviu do repórter: "Está fazendo efeito até hoje." Ele pediu direito de resposta e, na nova entrevista, repetiu que fumara, mas não recomendava isso a ninguém. O repórter Danilo Gentili, referindo-se a sua ex-mulher Marta Suplicy, disse: "Então o sr. experimentou droga, não gostou e se divorciou?" Suplicy caiu na gargalhada


3/4/2008


 
Receba as informações de Isto É semanalmente em seu e-mail:
 
 
 
 
 
 




 
 
 
 
 
   
 
Imprimir

   
       

© Copyright 1996-2008 Editora Três
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.

ContentStuff - Media Solutions



>