5 atores-diretores

SEAN PENN – (foto) Ex-marido de Madonna, ele optou pelo cinema independente como em Na natureza selvagem, em cartaz no Brasil
CLINT EASTWOOD – Diretor de A conquista da honra, ele tem estilo durão e sensibilidade para os dramas humanos
ROBERT DE NIRO – Depois de trabalhar em filmes do gênero, passou a investigar as relações mafiosas do poder civil e político nos EUA
MEL GIBSON – O diretor de Apocalypto e A paixão de Cristo gosta de épicos e de produções grandiosas
GEORGE CLOONEY – Tem se enveredado pelos temas políticos. Em Boa noite e boa sorte, compara o governo americano de George W. Bush ao macartismo
CINEMA
Tudo a ver, e nada a ver, com Madeleine McCann

Chega aos cinemas brasileiros na sextafeira 7 o filme Medo da verdade, que marca a estréia do ator Ben Affleck na direção. Trata-se de uma adaptação do livro Gone, baby, gone, do escritor americano Dennis Lehane, e conta a história do rapto de uma criança de quatro anos na cidade de Boston, nos EUA. A sua estréia foi adiada por quatro meses por causa da semelhança do roteiro com a história real e trágica de Madeleine McCann – ela desapareceu de um resort em Portugal em 2007. O nome da vítima na ficção também é Madeleine. Pura coincidência, já que o filme é anterior aos fatos. Nele há dois detetives, interpretados por Casey Affleck (irmão de Ben Affleck) e Michelle Monaghan. Assim como no caso real, os pais da criança tornam-se suspeitos.
MÚSICA
Os bons afro-sambas de Baden Powell

Os sambas com temas africanos compostos pelo violonista Baden Powell (1937-2000), um dos melhores que o Brasil já teve, em parceria com Vinícius de Moraes são finalmente relançados pelo selo Biscoito Fino. Até então, essas músicas só tinham sido gravadas e lançadas em LP. Em 1990 houve uma tiragem mais que restrita de três mil CDs que não entrou no circuito comercial – eles foram distribuídos como brinde. O CD Os Afro-sambas – Baden Powell traz dez canções e inclui uma versão de Canto de Ossanha cantada por Beth Faria, quando ela ainda era aspirante a atriz.
FOTOGRAFIA
TODOS OS OLHARES DE CRISTIANO MASCARO

Cristiano Mascaro adora perambular pelas cidades. Nessa trajetória sem rumo, ele só dispara sua câmera quando descobre uma nova paisagem. Na mostra Todos os olhares, em cartaz no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, ele exibe 50 fotos em grande formato, produzidas a partir da década de 80. Por meio da visão urbana e arquitetônica, cidades como Salvador, Recife e São Paulo são reveladas em ângulos surpreendentes – especialmente a capital paulista, tema preferido de suas fotos.
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