ISTOÉ - Independente
 
   
  EDIÇÃO ATUAL
  EDIÇÕES ANTERIORES
  ESPECIAIS
   
   
  CAPA
  REPORTAGENS
  CIÊNCIA & TECNOLOGIA
  BRASIL
  COMPORTAMENTO
  MEDICINA & BEM ESTAR
  MEIO AMBIENTE
  ECONOMIA E NEGÓCIOS
  CULTURA
   
   
  EDITORIAL
  ENTREVISTA
  A SEMANA
  GENTE
  EM CARTAZ
  OPINIÃO & IDÉIAS
  SEU BOLSO
  BASTIDORES
   
   
  FALE CONOSCO
  EXPEDIENTE
  ANUNCIE
  ASSINE ISTOÉ
  LOJA 3
   
   
 



A semana  
Imprimir
 
Onze tiros a zero

A lei define limites à legítima defesa. Trata-se da proporcionalidade entre ataque e defesa. O promotor de Justiça Pedro Baracat Ferreira matou com 11 tiros o motoboy Firmino Barbosa, no sábado 5, num bairro de classe média alta de São Paulo. Alega que o motoqueiro quis roubá- lo. Com o morto, a polícia não encontrou nenhuma arma. Ou seja: foram disparados 11 tiros em resposta a nenhum. A lei dá a promotores o direito de andarem armados, só que a arma de Baracat, uma pistola 9 mm, não poderia ser portada por ele – é de uso exclusivo do Exército. Mais: nos últimos tempos, pelo menos outros dois promotores que apertaram o gatilho não o fizeram para se defender de “risco inerente ao trabalho”:

Igor Ferreira – assassinou com dois tiros a mulher grávida em 1998. Aguardou julgamento em liberdade. Condenado a 16 anos, está até hoje foragido

 

Thales Ferri Schoedl – matou um rapaz que teria “mexido” com sua namorada, em 2004. Afastado, recebe salário de R$ 10,5 mil e tem licença para andar armado

 


11/1/2008


 
Receba as informações de Isto É semanalmente em seu e-mail:
 
 
 
 
 
 




 
 
 
 
 
   
 
Imprimir

   
       

© Copyright 1996-2008 Editora Três
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.

ContentStuff - Media Solutions



>