ISTOÉ - Independente
 
   
  EDIÇÃO ATUAL
  EDIÇÕES ANTERIORES
  ESPECIAIS
   
   
  CAPA
  REPORTAGENS
  CIÊNCIA E TECNOLOGIA
  BRASIL
  COMPORTAMENTO
  MEDICINA & BEM ESTAR
  MEIO AMBIENTE
  ECONOMIA E NEGÓCIOS
  CULTURA
   
   
  EDITORIAL
  ENTREVISTA
  A SEMANA
  GENTE
  EM CARTAZ
  OPINIÃO & IDÉIAS
  SEU BOLSO
  BASTIDORES
   
   
  FALE CONOSCO
  EXPEDIENTE
  ANUNCIE
  ASSINE ISTOÉ
  LOJA 3
   
   
 



Ciência & Tecnologia  
Imprimir
 
Gigante no ar
O Airbus 380 inaugura uma nova era na aviação comercial

L.S

Onde há pista para o A 380

"Paguei US$ 125 mil para fazer parte da história." A frase e o dinheiro são do empresário britânico Julian Hayward. A história a que ele se refere é o primeiro vôo comercial do Airbus 380, na quinta-feira 25, na rota que une Cingapura à cidade australiana de Sydney. O valor pago por Hayward lhe dá direito à ida e volta, champanhe e o prazer de viajar acomodado na primeira fileira. Apaixonado por aviões, o empresário sabe o que está fazendo: perto do A 380, todos os outros aviões parecem brinquedos. Ele pesa 560 mil quilos, tem 72,75 metros de comprimento e 24,08 metros de altura e atinge a velocidade de 970 quilômetros por hora. Desenvolvido pela britânica Airbus S.A.S sob encomenda da Singapore Airlines, o modelo 380 é o maior avião comercial de passageiros de todos os tempos, com capacidade para 845 pessoas.

FOTOS: DIVULGAÇÃO
LUXO Poltronas em couro reclináveis, louças francesas, e telas de cristal líquido são algumas mordomias do serviço de bordo

Foram dez anos de desenvolvimento com investimento de US$ 24 bilhões. O recorde de passageiros, até agora, era do Boeing 747-8, que pode acomodar 450 passageiros. Detalhe: apesar de sua majestade, o A 380 é mais leve que os demais aviões, graças ao novo material que compõe a parte superior de sua fuselagem – uma mistura de alumínio e fibras de vidro impregnadas em resina (chamada glare) que é 10% mais leve e mais resistente que o alumínio tradicional.

Para receber esse “transatlântico dos ares”, os principais aeroportos do mundo tiveram de ser reformulados. Em Frankfurt, por exemplo, a alemã Lufthansa, que encomendou 15 modelos do A 380, investiu US$ 150 milhões na ampliação das pistas e na construção de um hangar de manutenção. Para o abastecimento do serviço de bordo foi desenvolvido um caminhão para erguer até 4,5 toneladas entre alimentos, bebidas e jornais. Já a Air France fez um novo terminal no aeroporto de Paris com capacidade para 8,5 milhões de passageiros, num investimento de US$ 800 milhões. Outros tantos milhões foram gastos na adaptação das pistas de Nova York, Cingapura, Dubai, Sydney e Londres.

24/10/2007


 
Receba as informações de Isto É semanalmente em seu e-mail:
 
 
 
 
 
 




 
 
 
 
 
   
 
Imprimir

   
       

© Copyright 1996-2008 Editora Três
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.

ContentStuff - Media Solutions