5 trabalhos de Marco Nanini
A GRANDE FAMÍLIA (DESDE 2001)
O ator é um dos trunfos do seriado no papel do funcionário público honesto e pai sério.
MÃO NA LUVA (1984)
Pela peça de Oduvaldo Vianna Filho, ele recebeu os prêmios Molière, Mambembe e Apetesp.
O MISTÉRIO DE IRMA VAP (1986)
Ao lado de Ney Latorraca, transformou em sucesso o espetáculo, que ficou 11 anos em cartaz.
CARLOTA JOAQUINA, PRINCESA DO BRAZIL (1995)
Sua performance como o glutão rei d. João VI foi uma das razões da boa bilheteria do filme.
UM CIRCO DE RINS E FÍGADOS (2005)
Nanini motivou o controverso Gerald Thomas a escrever pela primeira vez pensando num ator específico.
A volta do Bem-amado
Um dos personagens mais famosos do dramaturgo Dias Gomes (1922- 1999), imortalizado no teatro por Procópio Ferreira e na televisão por Paulo Gracindo, retorna em montagem cheia de estrelas, que estréia no dia 7 no Teatro das Artes, no Rio. Marco Nanini assume o papel do folclórico coronel Odorico Paraguaçu, sempre metido em falcatruas e autor de frases como: “Em política, os finalmentes justificam os não-obstantes.” A adaptação do texto teatral de 1962, transformado em novela em 1973 e em seriado entre 1980 e 1985, ficou a cargo de Guel Arraes e Claudio Paiva. Nanini trabalha pela primeira vez com elenco da Cia. dos Atores, dirigida por Enrique Diaz, que misturou no espetáculo o pop, o brega, a arte das periferias e manifestações populares nordestinas.
Amigas carpideiras
A mais nova parceria entre Marieta Severo e Andréa Beltrão, que trabalham juntas na série global A grande família e são donas do Teatro Poeira, no Rio de Janeiro, é a peça As centenárias, comédia de Newton Moreno escrita especialmente para elas e que estréia dia 6, no palco do Poeira. A direção é de Aderbal Freire-Filho. A história se passa no interior do Nordeste, onde duas amigas carpideiras percorrem velórios para prantear os defuntos. Acabam encontrando caminhos bemhumorados para adiar o fim da vida. “Quem nunca pensou ou sonhou em enganar a morte?”, questiona Marieta.
História musical de Edu Lobo
“Esta idéia de misturar a música do Nordeste com a bossa nova foi uma coisa quase de sobrevivência. Porque eu convivia com pessoas cuja barra era muito pesada. Através do Vinicius, conheci o Tom, o Carlinhos Lyra, o Baden. Se entrasse nesta área, seria expulso de campo. Os caras eram muito craques e eu, muito garoto.” É com essa humildade que Edu Lobo explica sua revolucionária mistura no documentário Vento bravo, de Beatriz Thielmann e Regina Zappa, com fotografia de Walter Carvalho. Além de depoimentos do compositor e de outros bambas como Dori Caymmi, Chico Buarque, Maria Bethânia e Ivan Lins, o DVD traz um show gravado em 2006 com canções como Beatriz e Pra dizer adeus, entre outras.
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