ISTOÉ - Independente
 
   
  EDIÇÃO ATUAL
  EDIÇÕES ANTERIORES
  ESPECIAIS
   
   
  CAPA
  REPORTAGENS
  CIÊNCIA E TECNOLOGIA
  BRASIL
  COMPORTAMENTO
  MEDICINA & BEM ESTAR
  MEIO AMBIENTE
  ECONOMIA E NEGÓCIOS
  CULTURA
   
   
  EDITORIAL
  ENTREVISTA
  A SEMANA
  GENTE
  EM CARTAZ
  OPINIÃO & IDÉIAS
  SEU BOLSO
  BASTIDORES
   
   
  FALE CONOSCO
  EXPEDIENTE
  ANUNCIE
  ASSINE ISTOÉ
  LOJA 3
   
   
 



Ciência & Tecnologia  
Imprimir
 
O derrame de Clodovil
Desde abril, o deputado vive rotina hospitalar. Agora sofreu um AVC

MÔNICA TARANTINO

ROBERTO JAYME/AE
Entenda o AVC

O deputado federal Clodovil Hernandes (PTC-SP) está às vésperas de uma revisão no estilo de vida agitado e pontuado por discussões arrebatadas. Está mesmo na hora. Na terça- feira 5, ele sentiu dormência no lado direito do corpo e deixou Brasília às pressas para ser internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. O diagnóstico: acidente vascular cerebral (AVC), conhecido também como derrame. Na quarta-feira, já fora de perigo, Clodovil acordou com dificuldade para mexer o braço. Não conseguia escrever e precisou de ajuda para pentear o cabelo.

Desde abril, o deputado vive uma peregrinação hospitalar. Primeiro, internou- se na Clínica Santé, em São Paulo, com dengue. Três semanas atrás, a caminho do aeroporto de Congonhas, teve fortes dores na nuca e foi ao médico. Descobriu que sua pressão estava nas alturas, em torno de 22 x 13. "O limite aceitável é 12 por 8", afirma o cardiologista Luiz Cardoso, do Sírio Libanês. Acima disso, eleva-se o risco de complicações, como infarto. Clodovil fez check-up no Instituto do Coração. Mas manteve seu ritmo até a noite de segunda-feira, quando não conseguiu levar o garfo à boca durante o jantar. Era o AVC se manifestando.

Uma razão para a crise de pressão alta de Clodovil é o stress. Nos últimos tempos não faltaram episódios tensos em sua vida. O mais recente foi na quinta- feira 31. Sentadinho em um avião rumo a São Paulo, foi desalojado por uma passageira que tinha bilhete para a mesma poltrona. Irritadíssimo, bateu boca, fez ocorrência na Polícia Federal e pegou outro vôo. Segundo assessores, ele ficou abalado com a situação - apesar de ter causado menos burburinho do que a famosa briga com a petista Cida Diogo, a quem chamou de feia. De acordo com os médicos, a paralisia provocada pelo derrame é de leve intensidade. Ele terá de fazer sessões de reabilitação e tomar medicamentos para domar a pressão.

13/6/2007


 
Receba as informações de Isto É semanalmente em seu e-mail:
 
 
 
 
 
 




 
 
 
 
 
   
 
Imprimir

   
       

© Copyright 1996-2008 Editora Três
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.

ContentStuff - Media Solutions