
Por Cilene Pereira e Lena Castellón
Pesquisadores americanos experimentaram um produto novo para tratar ferimentos nas pernas de diabéticos, que, pelas características da doença, demoram a cicatrizar: uma pele artificial criada a partir de colágeno bovino e células humanas da pele. Batizado de Apligraf, o “tecido” foi testado em 208 pessoas que estavam com machucados nas pernas. Em 56% deles, as feridas fecharam. ..................................................................................................................
As questões éticas que envolvem as técnicas de reprodução in vitro, como a barriga de aluguel e a doação de óvulos e espermatozóides, são o alvo de discussão do livro Reprodução assistida: até onde podemos chegar, compreendendo a ética e a lei (Ed. Gaia). Os autores são a juíza criminal Deborah Ciocci Alvarez de Oliveira e o médico Edson Borges, especialista em reprodução assistida. A obra custa R$ 22. ..................................................................................................................
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Quilinhos a mais não atrapalham somente a silhueta. Uma pesquisa divulgada na semana passada nos Estados Unidos mostrou que homens acima do peso têm muito mais chance de apresentar algum grau de dificuldade de ereção do que aqueles em dia com a balança. O trabalho, apresentado no congresso da Associação Americana de Urologia, revelou ainda que os sedentários também correm mais risco de amargar o problema. ..................................................................................................................
Substâncias presentes na samambaia e também na cainca, planta usada pelos índios brasileiros, podem aliviar o reumatismo. A constatação vem de uma pesquisa feita pela Universidade Federal do Ceará. Depois de tratados com os vegetais, 24 animais não sentiram mais dor. A idéia é que as substâncias sejam antiinflamatórias. ..................................................................................................................
Existe
tratamento para sardas? É possível tirá-las? .................................................................................................................. Lentes Uso
lentes de contato há mais de três anos. Mas não fico um ano sem ter
de trocá-las em decorrência do aparecimento de fungos em suas superfícies.
Qual a melhor maneira de cuidar das lentes ? Os
fungos na maioria das vezes não são fungos, e sim depósitos protéicos
que se formam em decorrência do uso crônico e dos maus cuidados com
as lentes de contato. Em geral, a manutenção das lentes de contato se
baseia em três aspectos fundamentais, no caso das gelatinosas: limpeza,
assepsia e desproteinização. O mais apropriado é seguir a rotina proposta
pelo seu oftalmologista, sem misturar orientações. A adaptação de lente
de contato é ato médico. Entretanto, deve-se deixar claro que a vida
média de uma lente de contato gelatinosa é de um ano. Escreva para coluna Viva Bem – Revista IstoÉ. Rua William Speers, 1.088, CEP 05067-900. E-mail – istoe@zaz.com.br |
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