Nº 1583 - 02/02/2000
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Topless
Se existe uma lei proibindo o topless, esta lei deve ser cumprida, se a lei é caduca, revogue-se a mesma. O que não pode e não se deve é dar cartaz para uma meia dúzia de mulheres oportunistas que se dispõem a mostrar os peitos para tentar conseguir alguma notoriedade. Se queremos deixar de ser o País da impunidade, devemos manter apenas leis que possam e valham a pena ser cumpridas, não consagrar a contravenção e a desobediência como “forma de protesto”. Até porque muitas destas mulheres que querem mostrar seus peitos deveriam mantê-los muito bem escondidos, não por atentado moral, mas por grande desrespeito ao senso estético. “O verão do topless” (ISTOÉ 1582).
Aline Pedro Carneiro
Rio de Janeiro - RJ

Não sou contra as pessoas que optam por usar topless nas praias, mas penso que o Brasil infelizmente não está preparado para essa novidade. O brasileiro é muito preconceituoso e, naturalmente malicioso, não iria encarar esse fato com naturalidade. Assim, a mulher poderá passar por muitos constrangimentos.
Jacira Rocha da Silva
Cuiabá - MT

Há muito tempo que não vejo uma capa de ISTOÉ com tão bom gosto. Ela é linda...
Marco A.S. Rocha
Salvador - BA


É lamentável ver a mentalidade que algumas mulheres têm de achar que basta um corpo bonito para mostrar e sua individualidade respeitada que tudo fica bem. Será que elas se imaginam como mães, tias ou irmãs de crianças e adolescentes, ou, não vamos a tanto, será que elas estão suficientemente informadas do aumento do número de casos de estupro e abuso contra a mulher? Será que perceberam até que ponto vai a grande banalização do corpo feminino hoje em dia? Depois como estas mesmas mulheres querem ser respeitadas e tratadas como iguais se não possuem respeito pelo espaço alheio?
Erika Lima
Brasília - DF

Você pode estar nu, sem ser vulgar. Muito mais obscenas que mulheres fazendo topless são as cenas apresentadas todos os dias pela tevê aberta, em todos os horários, sejam apenas de simulação de relação sexual ou de violência explícita.
Oséias Cabral
Santos - SP

Fiquei perplexo com a reação conservadora e retrógrada de dom Eugênio Salles à prática do topless e à criação de áreas de nudismo. Isto demonstra a necessidade de os seminários investirem ainda mais na formação humana, sobretudo afetiva e sexual, dos futuros presbíteros.
José Maurício
Belo Horizonte - MG

Não sou puritano nem babaca, mas prefiro ver seios dentro de quatro paredes. Mulheres expondo-os aos montes Brasil afora vão tornar essa fonte do desejo e prazer sexual num objeto banal. O decote feminino ainda hoje atiça sonhos, quando provocantes, tornando-os alvos da cobiça masculina.
Carlos Tigre
Recife - PE

Não sei por que tanto escândalo sobre este assunto. O que assistimos nas novelas é muito pior. Não vejo nada demais em mostrar os seios, uma parte tão bonita do nosso corpo. Agora, é ridículo a Igreja se enfurecer e achar que isto só aumenta os males. Ela devia se preocupar mais com os padres que celebram missa e depois saem para namorar.
Adelina Maria de Souza
Conselheiro Lafaiete - MG

O costureiro Clodovil afirmou: “Peito é glândula mamária e não órgão sexual”; estranho, pois quando toquei na glândula mamária de uma vaca no sítio, levei um coice; em mulheres a sensibilidade local fez o orgasmo se prolongar e as conexões sexuais se revelarem..
Luiz Edgard Bueno
Londrina - PR

Adorei a reportagem sobre o topless. Mas por sinal não acharia certo fazer isso em determinadas praias, como aconteceu no Rio. Isso deveria acontecer em locais distantes da cidade onde os outros não se sintam incomodados de levar a sua família.
Adriana Santini
Piracicaba - SP

Mais uma vez a revista sai na frente com o assunto do dia o topless. Além da excelente reportagem, gostaria de parabenizar especialmente ao fotógrafo, que consegue demonstrar numa simplicidade e ao mesmo tempo num profissionalismo exemplar, diferenciando uma revista de assuntos diversos de uma revista erótica.
Isaac Soares de Lima
Maceió - AL

Não entendo o porquê de a mídia ocupar tanto espaço com o assunto topless. Afinal não se trata de novidade nem de moda. Mulheres que se valorizam pouco há muito tempo já o estão praticando, expondo não apenas os seios, mas fazendo do seu corpo um instrumento de comércio ou sedução. Acredito que isto aconteça por não terem coisas mais interessantes para mostrar.
Suzana Janczak
Caxias do Sul - RS

José Carlos Dias
Impressionou-me o talento e a percepção do sr. ministro da Justiça, José Carlos Dias, na entrevista a ISTOÉ. Ele é um verdadeiro boom de criatividade e massa encefálica. A ele minha admiração e um pedido de coração: quem sabe não possa incentivar o sr. ministro da Educação a ousar um olhar mais crítico para o sistema de corrupção existente no Ministério da Educação e do Desporto (MEC ), onde as máfias, que garantem o interesse de algumas universidades e sistemas de ensino do País, impedem o credenciamento de novas instituições de ensino e a criação de cursos com maior qualidade. “Vim para ousar” (ISTOÉ 1582).
Maria Carmem T.Vilas Bôas Ribeiro
Belo Horizonte - MG


O ministro, obedecendo ao pensamento vigente no Planalto e no Jardim Botânico, expõe idéias absurdas, como se o fato de acabar com o porte legal de armas fosse tirar a arma dos bandidos. Nós já temos lei para o porte ilegal. Além deste absurdo, na resposta seguinte afirma que 80% dos crimes são praticados por armas legais. Isto simplesmente não existe, os bandidos não compram armas em lojas, sr. ministro, nem todo 38 é legalizado. Chega de hipocrisia, nós não temos uma política educacional decente, não temos segurança pública e agora querem tirar o nosso direito à legítima defesa. Quem irá nos proteger dos bandidos que terão a certeza de não possuirmos armas em nossos lares?
Andrey Luiz Sanchez
Curitiba - PR

A entrevista do sr. ministro da Justiça é muito deprimente quando ele se refere ao meio ambiente, pois o mesmo demonstra em suas palavras desconhecer que dependemos e muito das plantas e dos animais para a nossa sobrevivência, pois somos parte integrante do ecossistema mundial e isso é ensinado em qualquer país do mundo a qualquer pessoa de qualquer idade.
Eddiê Gomes Lima
Goiânia - GO

Não concordo com a entrevista do ministro da Justiça em vários aspectos. Um deles, sem dúvida, o de maior repercussão, é tratar como necessidade premente o desarmamento de nossa sociedade. Concordaria se tivéssemos uma polícia estruturada, com uma sociedade educada, na qual a droga estivesse sob controle e o desemprego não assolasse mais nossas famílias, enfim, outro país. É muito fácil relatar estatísticas em que a maioria dos homicídios é desferida por armas 38, mas é notório que a quase totalidade, ou 99% dos insucessos dos bandidos, ou seja, quando os assaltos são frustrados porque aquela possível vítima se encontrava armada, não entram em estatística alguma. Sou uma dessas possíveis vítimas: após dois assaltos violentos, andei algum tempo armado e neste tempo, por volta de um ano, evitei quatro assaltos, por estar armado. Antes de andar, porém, me preparei devidamente, aprendi como manejar uma arma de fogo.
Gilson Flávio de Paiva Montes
Uberlândia - MG

Não gostei da reportagem. Primeiramente, pelo fato de ele não ter defendido traficantes não pode acusar colegas de defendê-los: é uma questão de foro íntimo, e todos admitem defesa. Não só admitem, como é necessária a defesa por preceito constitucional. Ademais, não vejo muita diferença entre traficantes e especulador tal como é o sr. Nahas. Ambos são tremendamente perniciosos. Quanto às armas, é absurdo num país como o nosso, em que armas são encomendadas por criminosos, e não são 38, proibir que um cidadão as tenha em sua casa, para defesa de sua família. Assim que os bandidos souberem que os “trouxas” entregaram as armas, azar de nossos lares. Estaremos indefesos. Também sou contra o porte indiscriminado, mas bandidos não precisam de porte e eles estão aí matando, indiscriminadamente e infelicitando famílias. Também não entendo ser contra a pena de morte. O que merece esse indivíduo que andou pelo interior violentando e matando crianças? Morte é pouco! E todos esses que matam para roubar, sabendo que iriam aguardar anos numa cela da morte, atrever-se-iam? Lembro-me de uma reportagem em que os criminosos do Carandiru, que lá estavam, eram inquiridos sobre a pena de morte. A maioria deles disse que não teriam praticado o delito se sobre suas cabeças houvesse a possibilidade de serem condenados à morte. Vamos deixar de hipocrisia e eufemismos? Estamos numa guerra contra a marginalidade, e numa guerra tudo vale.
Olavo Príncipe Credidio
São Paulo - SP

Governo
A respeito da matéria intitulada “Cai mais uma pedra” (ISTOÉ 1582), considerando a menção de meu nome na mesma por duas vezes, cumpre-me, em defesa do direito e da verdade, esclarecer o seguinte: 1) Na condição de superintendente regional do Departamento de Polícia Federal no Estado do Espírito Santo, fiz cumprir determinação ministerial no sentido de averiguar atividades relacionadas ao narcotráfico, furto de veículos aos ditos crimes de mando em ocorrência naquele Estado nos idos de 1989, determinando aos delegados, agentes e demais policiais sob o meu comando que primassem pelo exato cumprimento da lei, pelo respeito às garantias individuais e pelo superior interesse da Justiça naqueles delitos; 2) Dessa forma, todo trabalho investigativo que resultou em notícia crime foi imediatamente comunicado à autoridade judiciária competente, estadual ou federal, através de inquéritos policiais, todos devidamente fiscalizados e acompanhados pelos representantes do Ministério Público, em razão do alcance e da amplitude das investigações. 3) Em nenhum momento tais investigações, amplamente divulgadas pela imprensa, esbarraram no nome do ilustre senador Gerson Camata, de invejável e ilibada carreira política no Estado. 4) O nome do destacado político não constou em nenhum procedimento investigatório remetido à Justiça, a meu saber, na condição de indiciado ou investigado; 5) No que diz respeito a supostas declarações do ilustre senador, quando diz de meu envolvimento com o ex-governador Max Mauro, cumpre-me, ainda, esclarecer à V.Sa. e à opinião pública que minha admiração pelo também destacado político se deve à sua coragem em assumir, permitir e colaborar com as sobreditas investigações durante sua gestão à frente do Executivo Estadual; 6) Lamento que o trabalho sério e imparcial desenvolvido pela Polícia Federal tenha sido alvo de distorções para favorecer interesses eleitoreiros escusos, à revelia dos dois homens públicos mencionados nesta carta.
Oscar Camargo Costa Filho
Delegado de Polícia Federal/Aposentado
São Paulo - SP

ISTOÉ responde: 1) A informação de que o delegado federal Oscar Camargo Costa Filho incluiu o nome do senador Gerson Camata (PMDB-ES) como integrante do crime organizado capixaba consta do dossiê 2630 elaborado pela PM-2, o serviço secreto da Polícia Militar do Espírito Santo. 2) Na carta chama atenção o fato de o delegado fazer a defesa de Gerson Camata e não responder a duas acusações feitas pelo senador a ISTOÉ: a) que Oscar Camargo teria tentado de todo jeito envolvê-lo com a morte da jornalista Maria Nilse; b) que a “Operação Marselha”, comandada pelo delegado Oscar, teria sido uma armação do governador Max Mauro.

UnB
Fico feliz por ver minha amada UnB no alto do pódio das universidades brasileiras. Após viver por cinco anos em seu alojamento estudantil e passar por matérias de diferentes cursos, escrevi A tragicomédia acadêmica - contos imediatos do terceiro grau -, livro este recusado pela editora da UnB por não se tratar de “trabalho acadêmico”. Uma pena a voz do aluno não ser ouvida. Uma universidade não se faz apenas com recursos materiais e imaginação para multiplicar dinheiro. Precisa também reconhecer o que há de humano e, claro, de ridículo florescendo em seu campus. Se a UnB é a líder, meu Deus, fico imaginando o resto. “A nº1 do Brasil” (ISTOÉ 1582).
Yuri V. Santos
Campinas - SP

Ecologia
É com imensa tristeza que ficamos sabendo do vazamento de óleo na Baía de Guanabara. Este é um crime contra a natureza. Digo imensa tristeza por se tratar de um acontecimento
irreversível e pela falta de responsabilidade no caso. Acidentes como este geralmente são consequência do descaso e atrás do discurso demagógico dos detentores do poder se esconde o jogo de interesses, descaso com a natureza, com nossas riquezas e com o nosso direito de cidadania. Onde esta a posição dos dirigentes do nosso país? Existem coisas que não podem acontecer, pois não têm volta. Que responsabilidade têm essas pessoas? Elas teriam a obrigação de saber o que estavam fazendo e em que condições de funcionamento se encontravam. Isto é a representação do descaso criminoso que exportamos e que suportamos. Multas e penas não trazem de volta a destruição causada e talvez nem criem uma consciência de dignidade nos criminosos responsáveis e irresponsáveis por todo um país e seus cidadãos. “Mancha da vergonha” (ISTOÉ 1582).
Rick Jader
Goiânia - GO

Causa-me tristeza constatar que um desastre ecológico, com profundo impacto para a sobrevivência de animais e dos seres humanos que dependem desse ecossistema para a sua subsistência, não recebeu o destaque que merecia. A discussão sobre tragédias ambientais cria as condições favoráveis para que tenhamos um planeta habitável para deixar como herança aos que virão, não importando se andem vestidos ou nus, mas que tenham a sua sobrevivência como espécie garantida.
Sonia R. Pereira de Souza
São Paulo - SP

Nascida no Rio, fiquei decepcionada com a última edição da revista que preferiu dar mais espaço à polêmica inútil em torno do topless nas praias cariocas, num claro apelo de vendas, em detrimento da tragédia ambiental, provocada pela Petrobras.
Marcia Cristina Mariano
São Paulo - SP

Acho absurdo a calamidade deste acidente. É um crime, um desrespeito total perante a humanidade hoje e as gerações futuras o que os “senhores” políticos fazem e dizem a respeito de uma causa tão séria. Não o acidente, mas a hipocrisia dos políticos e senhores da lei deste país. Será que o presidente da República está a par do ocorrido? Mais uma vez é a impunidade total. Se isto ocorresse em qualquer outro país sério, com certeza haveria punição.
Cleuber Mendonça
Flórida - EUA

Os dirigentes da Petrobras deveriam ter vergonha na cara e vir a público assumir a responsabilidade pelo maior desastre ambiental ocorrido no Brasil.
Marcelo dos Santos
Florianópolis - SC

Sinto-me triste, decepcionado e indignado. Fui ferido no meu maior orgulho: o de ser carioca e de amar o lugar onde moro. O desastre ecológico é uma grande agressão à dignidade de cada morador dessa cidade. A Petrobras deve ser punida com rigor. Isso em nome das milhares de vidas marinhas que ela tirou. As população deverá saber como boicotar seus produtos.
Luciano Lima Tavares
Niterói - RJ

Bichos
Excelente e oportuna a bela matéria feita pela editora Carla Gullo. Além de todas as benesses mencionadas, não posso deixar de citar a alegria e o prazer que os animais nos proporcionam. “Benefício animal” (ISTOÉ 1582).
Jennifer Schiele
São Paulo - SP

Como admirador dos gatos e defensor da causa dos felinos, quero manifestar meu descontentamento com relação à omissão desses animais na reportagem. É uma injustiça com os bichanos, eles são igualmente benéficos para a saúde mental. Como sempre, os cães ocupam um espaço muito maior na matéria. Temos de acabar com esse preconceito em relação aos gatos que são muito mais inteligentes e espertos que os cachorros.
Sérgio Fajardo
Mandaguari - PR

Tigresa
Fico com vontade de chorar quando leio uma notícia como a que noticiou o “assassinato” da tigresa Sita. São em ocasiões como essas que podemos perceber que animais selvagens não são aqueles que habitam as florestas, mas sim nós, a raça humana que mata pelo simples prazer de matar. É revoltante. “Morre uma estrela” (ISTOÉ 1582).
Astridt Hofmann
Joinville - SC

Gripe
Em relação à matéria “O verdadeiro bug” (ISTOÉ 1581), não é nenhuma surpresa o surgimento de doenças que venham a amedrontar a humanidade, já que, como leitor assíduo da Bíblia, a mesma adverte o ser humano para a existência de peste nos finais dos tempos, como está registrado no livro de Mateus que relata: portanto se levantará nação contra nação, reino contra reino e haverá fome, peste e terremoto em vários lugares.
Luiz Roberto Pereira Alves
Salvador - BA

Índios
Parabenizo a revista pela excelente reportagem “Índio quer patente” (ISTOÉ 1581). Apesar de esse não ser o primeiro e infelizmente nem o último caso de biopirataria envolvendo índios amazônicos e pesquisadores estrangeiros, acredito que com a divulgação de reportagens com tal conteúdo a população e o governo possam ser sensibilizados sobre a importância da preservação de nossa biodiversidade e do conhecimento indígena com relação a plantas medicinais. A reportagem da ISTOÉ conseguiu atingir nossa comunidade científica que trabalha diretamente com a pesquisa de princípios ativos de origem vegetal, que há muito tempo sofre com tal tipo de atitude por parte de estrangeiros e pela inércia do governo brasileiro e suas leis. Isso sem contar a escassez cada vez maior de verbas para pesquisa nos laboratórios das universidades e a falta de clareza de nossas leis ambientais, que no futuro poderá dificultar ainda mais nossas próprias pesquisas e nos deixar à mercê das grandes multinacionais. Espero que a partir dessa reportagem saiam bons frutos.
Fernando B. da Costa
Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto USP
Ribeirão Preto - SP

Cássia d´Aquino
Parabéns pela entrevista com Cássia d´Aquino, criadora do Projeto Educação Financeira. A equipe da Escola Pacaembu, pio-neira na adoção do programa, há quatro anos, sentiu-se orgulhosa pela valorização e trato fidedigno dado ao tema. “Mesada é cultura” (ISTOÉ 1581).
Vera Lúcia Bonafé
Diretora
São Paulo - SP

Roseana Sarney
Como maranhense devo atestar ao Brasil a capacidade de nossa governadora Roseana Sarney, capacidade esta que São Luís, o Maranhão e o Nordeste já conhecem e o Brasil está conhecendo agora. O seu bom desempenho em recentes pesquisas populares é o resultado de um grande trabalho que vem sendo desenvolvido por ela aqui em nosso Estado. Uma possível candidatura de Roseana Sarney à Presidência do Brasil é consequên-cia de uma grande administração desta mulher guerreira, simples e inteligente. “O discreto charme do PFL” (ISTOÉ 1581).
Heron Rodrigues
São Luís - MA


São políticos com o “P” maiúsculo, como José Bianco (RO), Itamar Franco (MG), Albano Franco (SE) e Roseana, que não se rendem ao clientelismo e ao paternalismo, adotando medidas legislativas e administrativas para elidir a corrupção no serviço público e promoverem a retomada do desenvolvimento, que devem ser lembrados pelo cidadão brasileiro em qualquer postulação eleitoral.
José Damasceno de Araújo
Porto Velho - RO


Concordo plenamente com o leitor Rodrigo S. Santos de Itabuna-BA (ISTOÉ 1582), quando o mesmo é enfático em afirmar que, a política nacional está degradada e desacreditada por causa da má utilização do poder público. Mas discordo plenamente de seu ataque à família Sarney, chamando-a de aristocrática, atrasada e de coronelista. Como um bom cidadão maranhense, tenho o maior prazer e orgulho de ter pela segunda vez Roseana Sarney como governadora de meu Estado.
Gilson Maranhão
Brasília - DF
n João Gilberto
Excelente a matéria “Gênio indomável” (ISTOÉ 1581) com João Gilberto. Ela vem nos esclarecer que todas as exigências do músico são para fazer o melhor. E por ele ser dedicado, ele exige. E isso faz dele um notável.
Joseane Evangelista
Cuiabá - MT

Em qualquer outro país João Gilberto seria ovacionado como gênio inigualável que é. Mas no Brasil, confundem com “frescura” o que é virtuosidade. Não se poderia esperar outra coisa de uma gente que vai com o celular ligado ao show do Chico Buarque na gravação de seu CD ao vivo (ouça o celular desafinado no final da inigualável Quem te viu, quem te vê do CD Chico ao vivo). É a mesma gente capaz de vaiar ninguém mais do que o grande João Gilberto! Parabéns ISTOÉ pela matéria.
Meire Gaefke
São José dos Campos - SP

Pinochet
Quem defende Pinochet é porque se identifica com o que ele fez, e no lugar dele teria feito a mesma coisa ou até pior. Velhice e “doença” não são desculpas esfarrapadas para não ser condenado por perversidades. Não é agora que Pinochet está “velho, caduco e dependente” que ficou “tão bonzinho”. A maldade continua dentro dele e, com certeza, foi transmitida a seus descendentes pelo seu código genético. A humanidade está apodrecendo com a presença desses “doentes emocionais” que alcançam o poder político pela ilusão do voto popular. O passado de Pinochet foi tão perverso e vergonhoso que sua memória já não funciona mais e Pinochet olha para o presente com a face hipócrita do mal de Alzheimer na expressão: “Eu fiz isso?” Sua tirania deve estar na consciência de muitos chilenos. Não existem argumentos para defender um perverso. “ Livre, mas humilhado” (ISTOÉ 1581).
Izabel Santos
Campo Grande - MS

Justiça
Pelo que se depreende da nomeação para a assessoria do ministro do Trabalho, Francisco Dornelles, do diretor-geral do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), denunciado por improbidade num processo em que a Justiça Federal investiga irregularidades na aludida instituição, não remanescem dúvidas de que, paradoxalmente, prevalece a chamada “força da tradição” na administração pública brasileira, ensejo em que mantém um sistema de privilégios na distribuição de posições, e o que é pior, sem que se proceda a um acurado exame em torno da vida pregressa dos que irão desempenhar os papéis indicados pelos “detentores do poder.” “Maus hábitos” (ISTOÉ 1581).
Godofredo de Castro Maia
Fortaleza - CE

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A matéria “Santa herança” (ISTOÉ 1581) mostra a indiferença dos parentes aos problemas do falecido. Creio que ele era tão infeliz e tinha tanto desprezo dos seus parentes, que acabou deixando sua herança para uma estátua que não fala nem tem sentimentos.
Márcio R. Bettecher
Rio de Janeiro - RJ

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