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Topless
Se existe uma lei proibindo o topless, esta lei
deve ser cumprida, se a lei é caduca, revogue-se a mesma.
O que não pode e não se deve é dar cartaz para uma meia dúzia
de mulheres oportunistas que se dispõem a mostrar os peitos
para tentar conseguir alguma notoriedade. Se queremos deixar
de ser o País da impunidade, devemos manter apenas leis que
possam e valham a pena ser cumpridas, não consagrar a contravenção
e a desobediência como “forma de protesto”. Até porque muitas
destas mulheres que querem mostrar seus peitos deveriam mantê-los
muito bem escondidos, não por atentado moral, mas por grande
desrespeito ao senso estético. “O verão do topless” (ISTOÉ
1582).
Aline Pedro Carneiro
Rio de Janeiro - RJ
Não sou contra as pessoas que optam por usar topless nas
praias, mas penso que o Brasil infelizmente não está preparado
para essa novidade. O brasileiro é muito preconceituoso e,
naturalmente malicioso, não iria encarar esse fato com naturalidade.
Assim, a mulher poderá passar por muitos constrangimentos.
Jacira Rocha da Silva
Cuiabá - MT
Há muito tempo que não vejo uma capa de ISTOÉ
com tão bom gosto. Ela é linda...
Marco A.S. Rocha
Salvador - BA
É lamentável ver a mentalidade que algumas mulheres
têm de achar que basta um corpo bonito para mostrar
e sua individualidade respeitada que tudo fica bem. Será
que elas se imaginam como mães, tias ou irmãs
de crianças e adolescentes, ou, não vamos a
tanto, será que elas estão suficientemente informadas
do aumento do número de casos de estupro e abuso contra
a mulher? Será que perceberam até que ponto
vai a grande banalização do corpo feminino hoje
em dia? Depois como estas mesmas mulheres querem ser respeitadas
e tratadas como iguais se não possuem respeito pelo
espaço alheio?
Erika Lima
Brasília - DF
Você pode estar nu, sem ser vulgar. Muito mais obscenas
que mulheres fazendo topless são as cenas apresentadas
todos os dias pela tevê aberta, em todos os horários,
sejam apenas de simulação de relação
sexual ou de violência explícita.
Oséias Cabral
Santos - SP
Fiquei perplexo com a reação conservadora e
retrógrada de dom Eugênio Salles à prática
do topless e à criação de áreas
de nudismo. Isto demonstra a necessidade de os seminários
investirem ainda mais na formação humana, sobretudo
afetiva e sexual, dos futuros presbíteros.
José Maurício
Belo Horizonte - MG
Não sou puritano nem babaca, mas prefiro ver seios
dentro de quatro paredes. Mulheres expondo-os aos montes Brasil
afora vão tornar essa fonte do desejo e prazer sexual
num objeto banal. O decote feminino ainda hoje atiça
sonhos, quando provocantes, tornando-os alvos da cobiça
masculina.
Carlos Tigre
Recife - PE
Não sei por que tanto escândalo sobre este assunto.
O que assistimos nas novelas é muito pior. Não
vejo nada demais em mostrar os seios, uma parte tão
bonita do nosso corpo. Agora, é ridículo a Igreja
se enfurecer e achar que isto só aumenta os males.
Ela devia se preocupar mais com os padres que celebram missa
e depois saem para namorar.
Adelina Maria de Souza
Conselheiro Lafaiete - MG
O costureiro Clodovil afirmou: Peito é glândula
mamária e não órgão sexual;
estranho, pois quando toquei na glândula mamária
de uma vaca no sítio, levei um coice; em mulheres a
sensibilidade local fez o orgasmo se prolongar e as conexões
sexuais se revelarem..
Luiz Edgard Bueno
Londrina - PR
Adorei a reportagem sobre o topless. Mas por sinal não
acharia certo fazer isso em determinadas praias, como aconteceu
no Rio. Isso deveria acontecer em locais distantes da cidade
onde os outros não se sintam incomodados de levar a
sua família.
Adriana Santini
Piracicaba - SP
Mais uma vez a revista sai na frente com o assunto do dia
o topless. Além da excelente reportagem, gostaria de
parabenizar especialmente ao fotógrafo, que consegue
demonstrar numa simplicidade e ao mesmo tempo num profissionalismo
exemplar, diferenciando uma revista de assuntos diversos de
uma revista erótica.
Isaac Soares de Lima
Maceió - AL
Não entendo o porquê de a mídia ocupar
tanto espaço com o assunto topless. Afinal não
se trata de novidade nem de moda. Mulheres que se valorizam
pouco há muito tempo já o estão praticando,
expondo não apenas os seios, mas fazendo do seu corpo
um instrumento de comércio ou sedução.
Acredito que isto aconteça por não terem coisas
mais interessantes para mostrar.
Suzana Janczak
Caxias do Sul - RS
José
Carlos Dias
Impressionou-me o talento e a percepção do sr.
ministro da Justiça, José Carlos Dias, na entrevista
a ISTOÉ. Ele é um verdadeiro boom de criatividade
e massa encefálica. A ele minha admiração
e um pedido de coração: quem sabe não
possa incentivar o sr. ministro da Educação
a ousar um olhar mais crítico para o sistema de corrupção
existente no Ministério da Educação e
do Desporto (MEC ), onde as máfias, que garantem o
interesse de algumas universidades e sistemas de ensino do
País, impedem o credenciamento de novas instituições
de ensino e a criação de cursos com maior qualidade.
Vim para ousar (ISTOÉ 1582).
Maria Carmem T.Vilas Bôas Ribeiro
Belo Horizonte - MG
O ministro, obedecendo ao pensamento vigente no Planalto e
no Jardim Botânico, expõe idéias absurdas,
como se o fato de acabar com o porte legal de armas fosse
tirar a arma dos bandidos. Nós já temos lei
para o porte ilegal. Além deste absurdo, na resposta
seguinte afirma que 80% dos crimes são praticados por
armas legais. Isto simplesmente não existe, os bandidos
não compram armas em lojas, sr. ministro, nem todo
38 é legalizado. Chega de hipocrisia, nós não
temos uma política educacional decente, não
temos segurança pública e agora querem tirar
o nosso direito à legítima defesa. Quem irá
nos proteger dos bandidos que terão a certeza de não
possuirmos armas em nossos lares?
Andrey Luiz Sanchez
Curitiba - PR
A entrevista do sr. ministro da Justiça é muito
deprimente quando ele se refere ao meio ambiente, pois o mesmo
demonstra em suas palavras desconhecer que dependemos e muito
das plantas e dos animais para a nossa sobrevivência,
pois somos parte integrante do ecossistema mundial e isso
é ensinado em qualquer país do mundo a qualquer
pessoa de qualquer idade.
Eddiê Gomes Lima
Goiânia - GO
Não concordo com a entrevista do ministro da Justiça
em vários aspectos. Um deles, sem dúvida, o
de maior repercussão, é tratar como necessidade
premente o desarmamento de nossa sociedade. Concordaria se
tivéssemos uma polícia estruturada, com uma
sociedade educada, na qual a droga estivesse sob controle
e o desemprego não assolasse mais nossas famílias,
enfim, outro país. É muito fácil relatar
estatísticas em que a maioria dos homicídios
é desferida por armas 38, mas é notório
que a quase totalidade, ou 99% dos insucessos dos bandidos,
ou seja, quando os assaltos são frustrados porque aquela
possível vítima se encontrava armada, não
entram em estatística alguma. Sou uma dessas possíveis
vítimas: após dois assaltos violentos, andei
algum tempo armado e neste tempo, por volta de um ano, evitei
quatro assaltos, por estar armado. Antes de andar, porém,
me preparei devidamente, aprendi como manejar uma arma de
fogo.
Gilson Flávio de Paiva Montes
Uberlândia - MG
Não gostei da reportagem. Primeiramente, pelo fato
de ele não ter defendido traficantes não pode
acusar colegas de defendê-los: é uma questão
de foro íntimo, e todos admitem defesa. Não
só admitem, como é necessária a defesa
por preceito constitucional. Ademais, não vejo muita
diferença entre traficantes e especulador tal como
é o sr. Nahas. Ambos são tremendamente perniciosos.
Quanto às armas, é absurdo num país como
o nosso, em que armas são encomendadas por criminosos,
e não são 38, proibir que um cidadão
as tenha em sua casa, para defesa de sua família. Assim
que os bandidos souberem que os trouxas entregaram
as armas, azar de nossos lares. Estaremos indefesos. Também
sou contra o porte indiscriminado, mas bandidos não
precisam de porte e eles estão aí matando, indiscriminadamente
e infelicitando famílias. Também não
entendo ser contra a pena de morte. O que merece esse indivíduo
que andou pelo interior violentando e matando crianças?
Morte é pouco! E todos esses que matam para roubar,
sabendo que iriam aguardar anos numa cela da morte, atrever-se-iam?
Lembro-me de uma reportagem em que os criminosos do Carandiru,
que lá estavam, eram inquiridos sobre a pena de morte.
A maioria deles disse que não teriam praticado o delito
se sobre suas cabeças houvesse a possibilidade de serem
condenados à morte. Vamos deixar de hipocrisia e eufemismos?
Estamos numa guerra contra a marginalidade, e numa guerra
tudo vale.
Olavo Príncipe Credidio
São Paulo - SP
Governo
A respeito da matéria intitulada Cai
mais uma pedra (ISTOÉ 1582), considerando a menção
de meu nome na mesma por duas vezes, cumpre-me, em defesa
do direito e da verdade, esclarecer o seguinte: 1) Na condição
de superintendente regional do Departamento de Polícia
Federal no Estado do Espírito Santo, fiz cumprir determinação
ministerial no sentido de averiguar atividades relacionadas
ao narcotráfico, furto de veículos aos ditos
crimes de mando em ocorrência naquele Estado nos idos
de 1989, determinando aos delegados, agentes e demais policiais
sob o meu comando que primassem pelo exato cumprimento da
lei, pelo respeito às garantias individuais e pelo
superior interesse da Justiça naqueles delitos; 2)
Dessa forma, todo trabalho investigativo que resultou em notícia
crime foi imediatamente comunicado à autoridade judiciária
competente, estadual ou federal, através de inquéritos
policiais, todos devidamente fiscalizados e acompanhados pelos
representantes do Ministério Público, em razão
do alcance e da amplitude das investigações.
3) Em nenhum momento tais investigações, amplamente
divulgadas pela imprensa, esbarraram no nome do ilustre senador
Gerson Camata, de invejável e ilibada carreira política
no Estado. 4) O nome do destacado político não
constou em nenhum procedimento investigatório remetido
à Justiça, a meu saber, na condição
de indiciado ou investigado; 5) No que diz respeito a supostas
declarações do ilustre senador, quando diz de
meu envolvimento com o ex-governador Max Mauro, cumpre-me,
ainda, esclarecer à V.Sa. e à opinião
pública que minha admiração pelo também
destacado político se deve à sua coragem em
assumir, permitir e colaborar com as sobreditas investigações
durante sua gestão à frente do Executivo Estadual;
6) Lamento que o trabalho sério e imparcial desenvolvido
pela Polícia Federal tenha sido alvo de distorções
para favorecer interesses eleitoreiros escusos, à revelia
dos dois homens públicos mencionados nesta carta.
Oscar Camargo Costa Filho
Delegado de Polícia Federal/Aposentado
São Paulo - SP
ISTOÉ responde: 1) A informação
de que o delegado federal Oscar Camargo Costa Filho incluiu
o nome do senador Gerson Camata (PMDB-ES) como integrante
do crime organizado capixaba consta do dossiê 2630 elaborado
pela PM-2, o serviço secreto da Polícia Militar
do Espírito Santo. 2) Na carta chama atenção
o fato de o delegado fazer a defesa de Gerson Camata e não
responder a duas acusações feitas pelo senador
a ISTOÉ: a) que Oscar Camargo teria tentado de todo
jeito envolvê-lo com a morte da jornalista Maria Nilse;
b) que a Operação Marselha, comandada
pelo delegado Oscar, teria sido uma armação
do governador Max Mauro.
UnB
Fico feliz por ver minha amada UnB no alto do pódio
das universidades brasileiras. Após viver por cinco
anos em seu alojamento estudantil e passar por matérias
de diferentes cursos, escrevi A tragicomédia acadêmica
- contos imediatos do terceiro grau -, livro este recusado
pela editora da UnB por não se tratar de trabalho
acadêmico. Uma pena a voz do aluno não
ser ouvida. Uma universidade não se faz apenas com
recursos materiais e imaginação para multiplicar
dinheiro. Precisa também reconhecer o que há
de humano e, claro, de ridículo florescendo em seu
campus. Se a UnB é a líder, meu Deus, fico imaginando
o resto. A nº1 do Brasil (ISTOÉ 1582).
Yuri V. Santos
Campinas - SP
Ecologia
É com imensa tristeza que ficamos sabendo
do vazamento de óleo na Baía de Guanabara. Este
é um crime contra a natureza. Digo imensa tristeza
por se tratar de um acontecimento
irreversível e pela falta de responsabilidade no caso.
Acidentes como este geralmente são consequência
do descaso e atrás do discurso demagógico dos
detentores do poder se esconde o jogo de interesses, descaso
com a natureza, com nossas riquezas e com o nosso direito
de cidadania. Onde esta a posição dos dirigentes
do nosso país? Existem coisas que não podem
acontecer, pois não têm volta. Que responsabilidade
têm essas pessoas? Elas teriam a obrigação
de saber o que estavam fazendo e em que condições
de funcionamento se encontravam. Isto é a representação
do descaso criminoso que exportamos e que suportamos. Multas
e penas não trazem de volta a destruição
causada e talvez nem criem uma consciência de dignidade
nos criminosos responsáveis e irresponsáveis
por todo um país e seus cidadãos. Mancha
da vergonha (ISTOÉ 1582).
Rick Jader
Goiânia - GO
Causa-me tristeza constatar que um desastre ecológico,
com profundo impacto para a sobrevivência de animais
e dos seres humanos que dependem desse ecossistema para a
sua subsistência, não recebeu o destaque que
merecia. A discussão sobre tragédias ambientais
cria as condições favoráveis para que
tenhamos um planeta habitável para deixar como herança
aos que virão, não importando se andem vestidos
ou nus, mas que tenham a sua sobrevivência como espécie
garantida.
Sonia R. Pereira de Souza
São Paulo - SP
Nascida no Rio, fiquei decepcionada com a última edição
da revista que preferiu dar mais espaço à polêmica
inútil em torno do topless nas praias cariocas, num
claro apelo de vendas, em detrimento da tragédia ambiental,
provocada pela Petrobras.
Marcia Cristina Mariano
São Paulo - SP
Acho absurdo a calamidade deste acidente. É um crime,
um desrespeito total perante a humanidade hoje e as gerações
futuras o que os senhores políticos fazem
e dizem a respeito de uma causa tão séria. Não
o acidente, mas a hipocrisia dos políticos e senhores
da lei deste país. Será que o presidente da
República está a par do ocorrido? Mais uma vez
é a impunidade total. Se isto ocorresse em qualquer
outro país sério, com certeza haveria punição.
Cleuber Mendonça
Flórida - EUA
Os dirigentes da Petrobras deveriam ter vergonha na cara e
vir a público assumir a responsabilidade pelo maior
desastre ambiental ocorrido no Brasil.
Marcelo dos Santos
Florianópolis - SC
Sinto-me triste, decepcionado e indignado. Fui ferido no meu
maior orgulho: o de ser carioca e de amar o lugar onde moro.
O desastre ecológico é uma grande agressão
à dignidade de cada morador dessa cidade. A Petrobras
deve ser punida com rigor. Isso em nome das milhares de vidas
marinhas que ela tirou. As população deverá
saber como boicotar seus produtos.
Luciano Lima Tavares
Niterói - RJ
Bichos
Excelente e oportuna a bela matéria feita pela editora
Carla Gullo. Além de todas as benesses mencionadas,
não posso deixar de citar a alegria e o prazer que
os animais nos proporcionam. Benefício animal
(ISTOÉ 1582).
Jennifer Schiele
São Paulo - SP
Como admirador dos gatos e defensor da causa dos felinos,
quero manifestar meu descontentamento com relação
à omissão desses animais na reportagem. É
uma injustiça com os bichanos, eles são igualmente
benéficos para a saúde mental. Como sempre,
os cães ocupam um espaço muito maior na matéria.
Temos de acabar com esse preconceito em relação
aos gatos que são muito mais inteligentes e espertos
que os cachorros.
Sérgio Fajardo
Mandaguari - PR
Tigresa
Fico com vontade de chorar quando leio uma notícia
como a que noticiou o assassinato da tigresa Sita.
São em ocasiões como essas que podemos perceber
que animais selvagens não são aqueles que habitam
as florestas, mas sim nós, a raça humana que
mata pelo simples prazer de matar. É revoltante. Morre
uma estrela (ISTOÉ 1582).
Astridt Hofmann
Joinville - SC
Gripe
Em relação à matéria
O verdadeiro bug (ISTOÉ 1581), não
é nenhuma surpresa o surgimento de doenças que
venham a amedrontar a humanidade, já que, como leitor
assíduo da Bíblia, a mesma adverte o ser humano
para a existência de peste nos finais dos tempos, como
está registrado no livro de Mateus que relata: portanto
se levantará nação contra nação,
reino contra reino e haverá fome, peste e terremoto
em vários lugares.
Luiz Roberto Pereira Alves
Salvador - BA
Índios
Parabenizo a revista pela excelente reportagem Índio
quer patente (ISTOÉ 1581). Apesar de esse não
ser o primeiro e infelizmente nem o último caso de
biopirataria envolvendo índios amazônicos e pesquisadores
estrangeiros, acredito que com a divulgação
de reportagens com tal conteúdo a população
e o governo possam ser sensibilizados sobre a importância
da preservação de nossa biodiversidade e do
conhecimento indígena com relação a plantas
medicinais. A reportagem da ISTOÉ conseguiu atingir
nossa comunidade científica que trabalha diretamente
com a pesquisa de princípios ativos de origem vegetal,
que há muito tempo sofre com tal tipo de atitude por
parte de estrangeiros e pela inércia do governo brasileiro
e suas leis. Isso sem contar a escassez cada vez maior de
verbas para pesquisa nos laboratórios das universidades
e a falta de clareza de nossas leis ambientais, que no futuro
poderá dificultar ainda mais nossas próprias
pesquisas e nos deixar à mercê das grandes multinacionais.
Espero que a partir dessa reportagem saiam bons frutos.
Fernando B. da Costa
Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão
Preto USP
Ribeirão Preto - SP
Cássia
d´Aquino
Parabéns pela entrevista com Cássia d´Aquino,
criadora do Projeto Educação Financeira. A equipe
da Escola Pacaembu, pio-neira na adoção do programa,
há quatro anos, sentiu-se orgulhosa pela valorização
e trato fidedigno dado ao tema. Mesada é cultura
(ISTOÉ 1581).
Vera Lúcia Bonafé
Diretora
São Paulo - SP
Roseana
Sarney
Como maranhense devo atestar ao Brasil a capacidade de nossa
governadora Roseana Sarney, capacidade esta que São
Luís, o Maranhão e o Nordeste já conhecem
e o Brasil está conhecendo agora. O seu bom desempenho
em recentes pesquisas populares é o resultado de um
grande trabalho que vem sendo desenvolvido por ela aqui em
nosso Estado. Uma possível candidatura de Roseana Sarney
à Presidência do Brasil é consequên-cia
de uma grande administração desta mulher guerreira,
simples e inteligente. O discreto charme do PFL
(ISTOÉ 1581).
Heron Rodrigues
São Luís - MA
São políticos com o P maiúsculo,
como José Bianco (RO), Itamar Franco (MG), Albano Franco
(SE) e Roseana, que não se rendem ao clientelismo e
ao paternalismo, adotando medidas legislativas e administrativas
para elidir a corrupção no serviço público
e promoverem a retomada do desenvolvimento, que devem ser
lembrados pelo cidadão brasileiro em qualquer postulação
eleitoral.
José Damasceno de Araújo
Porto Velho - RO
Concordo plenamente com o leitor Rodrigo S. Santos de Itabuna-BA
(ISTOÉ 1582), quando o mesmo é enfático
em afirmar que, a política nacional está degradada
e desacreditada por causa da má utilização
do poder público. Mas discordo plenamente de seu ataque
à família Sarney, chamando-a de aristocrática,
atrasada e de coronelista. Como um bom cidadão maranhense,
tenho o maior prazer e orgulho de ter pela segunda vez Roseana
Sarney como governadora de meu Estado.
Gilson Maranhão
Brasília - DF
n João Gilberto
Excelente a matéria Gênio indomável
(ISTOÉ 1581) com João Gilberto. Ela vem nos
esclarecer que todas as exigências do músico
são para fazer o melhor. E por ele ser dedicado, ele
exige. E isso faz dele um notável.
Joseane Evangelista
Cuiabá - MT
Em qualquer outro país João Gilberto seria ovacionado
como gênio inigualável que é. Mas no Brasil,
confundem com frescura o que é virtuosidade.
Não se poderia esperar outra coisa de uma gente que
vai com o celular ligado ao show do Chico Buarque na gravação
de seu CD ao vivo (ouça o celular desafinado no final
da inigualável Quem te viu, quem te vê do CD
Chico ao vivo). É a mesma gente capaz de vaiar ninguém
mais do que o grande João Gilberto! Parabéns
ISTOÉ pela matéria.
Meire Gaefke
São José dos Campos - SP
Pinochet
Quem defende Pinochet é porque se identifica com o
que ele fez, e no lugar dele teria feito a mesma coisa ou
até pior. Velhice e doença não
são desculpas esfarrapadas para não ser condenado
por perversidades. Não é agora que Pinochet
está velho, caduco e dependente que ficou
tão bonzinho. A maldade continua dentro
dele e, com certeza, foi transmitida a seus descendentes pelo
seu código genético. A humanidade está
apodrecendo com a presença desses doentes emocionais
que alcançam o poder político pela ilusão
do voto popular. O passado de Pinochet foi tão perverso
e vergonhoso que sua memória já não funciona
mais e Pinochet olha para o presente com a face hipócrita
do mal de Alzheimer na expressão: Eu fiz isso?
Sua tirania deve estar na consciência de muitos chilenos.
Não existem argumentos para defender um perverso.
Livre, mas humilhado (ISTOÉ 1581).
Izabel Santos
Campo Grande - MS
Justiça
Pelo que se depreende da nomeação para a assessoria
do ministro do Trabalho, Francisco Dornelles, do diretor-geral
do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), denunciado
por improbidade num processo em que a Justiça Federal
investiga irregularidades na aludida instituição,
não remanescem dúvidas de que, paradoxalmente,
prevalece a chamada força da tradição
na administração pública brasileira,
ensejo em que mantém um sistema de privilégios
na distribuição de posições, e
o que é pior, sem que se proceda a um acurado exame
em torno da vida pregressa dos que irão desempenhar
os papéis indicados pelos detentores do poder.
Maus hábitos (ISTOÉ 1581).
Godofredo de Castro Maia
Fortaleza - CE
Herança
A matéria Santa herança (ISTOÉ
1581) mostra a indiferença dos parentes aos problemas
do falecido. Creio que ele era tão infeliz e tinha
tanto desprezo dos seus parentes, que acabou deixando sua
herança para uma estátua que não fala
nem tem sentimentos.
Márcio R. Bettecher
Rio de Janeiro - RJ
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